Controlo de frota · produção CNC

Cada máquina, cada fábrica, em direto — e sob controlo.

O Undrd Control mostra o estado de toda a sua frota CNC à medida que acontece: que máquinas estão online, quais estão a produzir, que programa está carregado, que ferramenta se está a desgastar e o que precisa da sua atenção agora. Junto a cada máquina, um agente local mede a peça e corrige o desgaste da ferramenta antes que o desvio se transforme em refugo — por retrofit, nos comandos que já tem.

Compatível com comandos CNC

  • GSK
  • Fanuc
  • Siemens
  • Heidenhain
  • Fagor
  • Mitsubishi Electric
  • Haas
  • Mazak
  • Okuma
Vista da frota
Em diretoExemplo ilustrativo

Rendimento da frota

99,2%

Peças hoje

4812

Máquinas online

10 / 12

Alertas em aberto

1

Fábrica ANormal
99,6%
5 máquinas
Fábrica BAviso
97,8%
4 máquinas
Fábrica CNormal
99,4%
3 máquinas
  • Torno 03 · correção −0,013 mm na T02
  • Torno 07 · atrasado — último sinal há 40 s
  • Torno 07 · de novo online

O mesmo chão de fábrica, ligado

Traga as máquinas que já tem para dentro do ciclo.

Nada no chão de fábrica é substituído. Uma unidade edge fica ao lado de cada máquina, o comando que já possui fica onde está, e a fábrica começa a reportar.

Antes

A máquina trabalha. Alguém aponta.

Cada torno é uma ilha. O operador lê um mostrador, regista a cota numa folha de turno e corrige o corretor à mão — muito depois de o desvio ter começado.

Depois

A máquina reporta. O agente corrige.

Uma unidade edge ao lado de cada torno mede a peça, escreve a correção no comando e reporta para fora, para uma única vista de frota. A máquina em si não muda.

Faça scroll para ligar a fábrica

Ø40,026Torno 01Ø40,026Torno 02Ø40,026Torno 03Folha de turnoUndrd ControlTorno 01 · em produçãoTorno 02 · em produçãoTorno 03 · correção −0,013Agente edge−0,013 mm
Exemplo ilustrativo

Estado da frota

Saiba o estado de cada máquina sem percorrer a fábrica

O Undrd Control reúne toda a frota num só lugar. Cada agente local envia um sinal de vida e comunica cada alteração no momento em que acontece, para que o painel lhe diga, para cada máquina e em cada fábrica, se está online, o que está a fazer e se precisa da sua atenção. A malha corre na própria máquina; o painel é onde a acompanha.

  1. 01

    Frota

    Rendimento, peças produzidas, máquinas online e alertas em aberto em todas as fábricas, num só ecrã. Cada fábrica tem um estado, para que a que precisa de si se destaque.

  2. 02

    Fábrica

    Todas as máquinas da fábrica com o estado da ligação, o estado de execução e o programa ativo, além de tendências de desempenho e de taxa de defeitos com zoom.

  3. 03

    Máquina

    Rotação e avanço, desgaste da ferramenta face ao limite, alarmes ativos com o texto do manual e o programa que está mesmo a correr.

Vista da frotaExemplo ilustrativo
Fábrica ANormal99,6%
Fábrica BAviso97,8%
Fábrica CNormal99,4%
Fábrica B · máquinasExemplo ilustrativo
  • Torno 05Online
  • Torno 06Online
  • Torno 07Atrasado
  • Torno 08Offline
Fábrica A · Torno 02Exemplo ilustrativo
Online
Estado
Em execução
Programa
O1003
Rotação / avanço
2 400 rpm · 120 mm/min
Alarmes ativos
Nenhum

Desgaste vs limite · mm

  • T010,041
  • T020,078
  • T030,012

Gémea T05 pronta

Quatro estados de ligação, sempre claros

  • Online

    O agente deu sinal dentro do intervalo previsto. As leituras estão atuais.

  • Atrasado

    Falhou um sinal de vida. Aparece a âmbar, com a hora do último contacto, para distinguir facilmente um simples atraso de uma avaria.

  • Offline

    Sem sinal para lá do limite definido. As últimas leituras continuam visíveis, esbatidas e com a hora, e dispara um alerta de frota ao fim de 10 minutos, por omissão.

  • CNC sem resposta

    O agente está online, mas o comando não responde — assim sabe logo se deve verificar a rede ou a máquina.

O que tem à disposição

  • Estado da máquina em direto

    Uma alteração no CNC chega ao painel em poucos segundos, e um sinal de vida confirma a ligação a cada 15 segundos. As leituras esbatem-se à medida que envelhecem, para que saiba sempre quão recentes são.

  • Alertas que vigiam a frota

    Máquinas offline, comandos encravados e dados por enviar a acumular, a par da taxa de defeitos e da deriva do processo numa janela móvel de 30 minutos. Confirme-os, ou receba-os por e-mail.

  • O programa que está mesmo a correr

    O programa ativo é reconhecido pelo conteúdo, e não pelo nome do ficheiro, para que saiba sempre que é exatamente o que foi entregue.

  • Alarmes explicados

    Cada alarme ativo do comando é apresentado com a descrição do manual da máquina, quando existe, para que o operador perceba logo o que se passa.

  • Desgaste num relance

    Desgaste de cada ferramenta face ao limite, ferramentas gémeas prontas a entrar e um registo de desgaste que recomeça quando o programa muda.

  • Acessos e auditoria

    Quatro perfis, com âmbito da organização à fábrica e à máquina, um registo de auditoria de quem alterou o quê e máquinas arquivadas com todo o seu histórico de qualidade.

Pré-visualização

Veja um programa a viajar da secretária até à máquina

Seis passos levam um programa de peça desde a exportação do CAM até um ciclo em execução que se corrige sozinho. Mostramo-lo ecrã a ecrã, com as vistas do próprio painel.

  • Carregue o programa e veja o que a máquina já tem
  • Descreva as operações e a cadência de apalpação uma só vez
  • Envie com um clique e acompanhe a entrega em direto
01Por si

Adicione o programa à biblioteca da máquina

Carregar nova referênciaExemplo ilustrativo

Ficheiro NC

obrigatório

✓veio_A_rev2.nc

Ficheiro STEP

opcional, para a vista 3D

✓veio_A.step

Carregar

Biblioteca

O1003

veio_A_rev2.nc

versão 2 de 2

Como funciona

Medir, corrigir, observar.

Uma única malha, a correr na própria máquina. O painel é onde a acompanha.

Fluxo de dados

  1. Apalpador

    máquina de medição

  2. Câmara + sensores

    sinais de processo

  3. dimensão · imagens + sensores
  4. Agente local

    junto à máquina

  5. correção · fila persistente
  6. Comando CNC

    correção aplicada

  7. Undrd Control

    painel da frota

  1. 01Na máquina

    Medir

    Um apalpador ou uma máquina de medição comunica a dimensão final assim que o corte termina. No mesmo instante, a imagem da câmara e os sinais dos sensores seguem para o modelo de inspeção.

  2. 02Na malha

    Corrigir

    O agente local calcula a correção de desgaste, limita-a ao máximo definido para aquela ferramenta e grava-a no comando antes de a peça seguinte ser maquinada.

  3. 03Onde quer que esteja

    Observar

    Cada inspeção, correção e alerta sobe para o painel. O agente guarda tudo numa fila persistente: se a ligação cair, os dados esperam no equipamento e seguem assim que ela regressa, sem perdas.

Uma correção, à escala
peça seguinte−0,0300+0,030Desvio Ø · mm

Nominal

Ø40,000

Medido

Ø40,026

Tolerância

±0,030

Correção escrita

−0,013

raio, desgaste em X

Medido na máquina. Corrigido antes de a peça seguinte ser maquinada.

Na sua rede fica apenas o agente local, que comunica sempre de dentro para fora, por isso a rede mantém-se fechada ao exterior. O serviço corre na cloud, e o agente está preparado para NAT, quebras de rede e reinícios.

Áreas de atuação

O que construímos

Seis coisas que fazemos. A maioria das fábricas começa pela vista da frota e por uma máquina, e acrescenta o resto ao seu ritmo.

01

Estado da frota e análise da qualidade

O estado de cada máquina, em todas as fábricas, num só ecrã — limitado ao que cada pessoa pode ver.

  • Online, atrasado ou offline para cada máquina, a partir do seu próprio sinal de vida, com leituras que se esbatem quando ficam desatualizadas e um estado próprio para um comando que deixa de responder
  • Organizações, fábricas e equipamentos, com níveis de acesso distintos para administradores de sistema, direção, responsáveis de produção e operadores
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  • Motor de alertas a correr sobre uma janela móvel de 30 minutos, com confirmação do alerta e envio por e-mail ou dentro da própria aplicação
  • Alertas também ao nível da frota: um equipamento que fica offline, um comando que encrava, um agente local com cada vez mais dados por enviar
  • Eventos da qualidade com decisão formal sobre o destino da peça, e um registo de auditoria de quem alterou o quê
  • Cadência, taxa de conformidade e distribuição dos defeitos — por equipamento, por fábrica e em toda a frota
  • Interface completa em português e em inglês
02

Compensação de desgaste em malha fechada

A peça é medida, a correção é recalculada e o comando é atualizado — automaticamente, a cada ciclo.

  • Lê o diâmetro acabado diretamente da máquina de medição ou de um apalpador montado na máquina
  • Calcula a correção do raio e aplica uma banda morta, um limite por ciclo e um limite máximo de desgaste por ferramenta antes de cada escrita
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  • Escreve a correção no comando como bloco G10 por RS-232, ou diretamente num registo Modbus
  • Quando uma ferramenta atinge o limite de desgaste, o agente troca-a pela ferramenta gémea, reescrevendo o programa em execução, e repõe o contador de desgaste
  • Cada correção fica registada por ferramenta: o desgaste passa a ser uma tendência que acompanha e antecipa
03

Programas NC e verificação de percursos

Gira os programas que as suas máquinas executam e verifique-os antes do corte.

  • Repositório de programas por equipamento, com metadados da operação, ligação às medições de apalpador e ativação ou desativação ferramenta a ferramenta
  • Envio do programa para o comando a partir do painel, com indicação do que está carregado neste momento — identificado pelo conteúdo, e não pelo nome do ficheiro
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  • Defina de quantas em quantas peças o apalpador atua; o painel acrescenta ao programa a cadência de medição e a entrega do resultado antes de o enviar
  • Arraste um ficheiro STEP e o respetivo G-code para o navegador e veja a peça e o percurso da ferramenta juntos em 3D, com os movimentos de apalpação animados
  • Introdução dos zeros peça, para validar o programa com a preparação real da máquina
04

Inspeção de peças por IA

Um modelo multimodal que avalia ao mesmo tempo a imagem e a assinatura de processo da peça.

  • Um ramo de visão lê a imagem da câmara enquanto outro lê temperatura, pressão, vibração, tempo de ciclo e desvio dimensional — os dois convergem num único veredicto
  • Deteta também a peça que parece perfeita na imagem, mas foi maquinada fora da janela de processo
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  • Cada decisão chega ao painel com o tipo de defeito e o grau de confiança
  • As imagens dos defeitos ficam guardadas, para o operador ver exatamente o que o modelo viu
05

Conectividade de máquinas antigas

Ligue à rede as máquinas que já tem, mesmo as mais antigas, sem as substituir.

  • Porta série, barramento de campo ou API do fabricante — o primeiro trabalho é perceber o que o seu comando disponibiliza de facto, porque isso muda com o modelo e com a geração
  • Todos os comandos ficam atrás da mesma interface, por isso uma máquina que ainda não conhecemos é apenas mais um adaptador
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  • Lê as medições e escreve as correções pela mesma ligação, com o protocolo e os tempos acertados à máquina
  • Lista, envia e lê de volta programas NC no próprio comando, sempre que a ligação o permite — não apenas valores de desgaste
  • Onde o comando não oferece acesso direto, um relé acionado pela unidade local dá o arranque de ciclo externo
  • O agente local corre num Raspberry Pi ou Revolution Pi junto à máquina e continua a trabalhar mesmo sem rede
06

Vigilância de peça

Uma verificação por câmara que retém o ciclo quando a peça falta ou não está bem assente.

  • Um classificador de três estados distingue peça ausente, bem assente e mal assente antes de o ciclo arrancar
  • Histerese em todos os sinais, para que a linha só pare perante uma deteção confirmada
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  • Não é um dispositivo de segurança: as proteções e os encravamentos mantêm-se

! A vigilância de peça é uma verificação de qualidade. Não deteta pessoas e não pode ser utilizada para proteger ninguém.

O agente local

Uma unidade compacta junto à máquina, que trabalha de forma autónoma

O agente local mede, corrige e comunica a partir do chão de fábrica. Foi pensado para redes industriais: liga-se apenas para o exterior, continua a trabalhar mesmo sem internet e só escreve no comando correções dentro dos limites que definiu.

01

Seguro por construção

O agente comunica com o painel por HTTPS, sempre por iniciativa própria, por isso a sua rede mantém-se fechada ao exterior. O trabalho enviado pelo painel chega por uma ligação mantida aberta para o efeito, normalmente em cerca de um segundo.

02

Preparado para quebras de rede

As correções são gravadas em disco antes de serem enviadas, e os envios passam por uma fila persistente. Quando a ligação regressa, tudo segue pela ordem certa, e cada comando é aplicado exatamente uma vez.

03

Verifica antes de escrever

Cada correção passa por uma banda morta, um limite por ciclo e o limite de desgaste da ferramenta. Num GSK 988TA com apalpador na máquina, o agente confirma ainda que o programa no comando é exatamente o que entregou antes de corrigir.

04

Troca por ferramenta gémea

No limite de desgaste de uma ferramenta, o agente reescreve o programa em execução para usar a gémea, carrega-o no comando e recomeça a contagem de desgaste — tudo sem deslocações à máquina.

05

Identidade própria

Cada equipamento tem o seu ID e a sua chave, gerados e renovados a partir do painel e guardados no servidor apenas em forma de hash. Retire um equipamento e os restantes continuam a trabalhar.

06

Vigia-se a si próprio

O sinal de vida indica o tempo em funcionamento, a temperatura e os dados em fila. É entregue como imagem de contentor que arranca com o sistema e se atualiza a partir do registo, com registos estruturados para diagnóstico sempre que for preciso.

Por regras ou por aprendizagem

Uma regra verifica o que alguém se lembrou de escrever. Um modelo aprende com o que realmente corre mal.

A maior parte da inspeção nas fábricas ainda assenta em limiares afinados à mão. Isso resolve aquilo para que foi feito: uma característica conhecida, no mesmo sítio, medida da mesma maneira em todas as peças. O que não consegue é adaptar-se quando a falha é diferente daquela para que a regra foi escrita — e só olha para a peça depois de ela estar pronta.

Indústria 3.0

Por regras, no fim da linha

  • Limiares if/then escritos à mão, um para cada tipo de defeito
  • Nova afinação sempre que muda a iluminação, o dispositivo de fixação ou a orientação da peça
  • Cega para todo o defeito que ninguém se lembrou de traduzir em regra
  • Avalia peças acabadas: quando reprova uma, o material já está maquinado
Indústria 4.0

Por aprendizagem, durante a maquinagem

  • Um só modelo aprende os defeitos a partir de exemplos etiquetados das suas próprias peças, e não de uma regra escrita para cada tipo de defeito
  • Imagem e sinais de processo avaliados em conjunto: também é apanhada a peça que parece perfeita na imagem, mas foi maquinada fora da janela de processo
  • Uma nova classe de defeito exige apenas um novo treino com novos exemplos, não a reescrita de todas as regras
  • Corre durante a maquinagem, por isso o desvio é corrigido antes de se transformar em refugo

Integração

Feito para o parque de máquinas que tem

Marcas, comandos e gerações mudam de fábrica para fábrica, e com eles muda aquilo que cada máquina deixa ler. Por isso começamos pelo que tem: percebemos o que cada comando consegue disponibilizar e construímos a integração à volta disso.

Como se liga uma máquina

  1. 01

    Levantar o que está no chão de fábrica

    Que comandos estão nas máquinas, o que cada um disponibiliza, o que já está cablado e como se mede hoje uma peça. É a etapa que condiciona todas as seguintes, e é onde aparece a maior parte das surpresas.

  2. 02

    Construir a integração para aquele comando

    Todos os comandos ficam atrás da mesma interface, por isso trazer um que ainda não conhecemos é um trabalho bem delimitado. Protocolo, sinais e tempos são acertados à máquina que temos à frente.

  3. 03

    Fechar a malha na sua linha

    Inspeção, correção e relatórios passam a correr com as suas tolerâncias e o seu tempo de ciclo. O que o sistema faz quando uma peça começa a desviar-se é decidido em conjunto.

Tem outro comando? É mais um adaptador atrás da mesma interface, não um produto novo.

Instalação

  • Agente local em Raspberry Pi ou Revolution Pi, montado junto à máquina e atualizado automaticamente a partir de um registo de contentores
  • O Undrd Control é entregue como serviço gerido na cloud, por isso os servidores ficam connosco: instalação, atualizações e manutenção
  • O que sai da fábrica é definido consigo antes de o sistema entrar em funcionamento — os dados da sua produção continuam seus
  • Multi-instância desde o primeiro dia: um agente por máquina, um painel para toda a frota

Comandos CNC suportados hoje

  • GSK 980TD
  • GSK 980TC3
  • GSK 988TA / 988TA1 / 988TB
  • Fanuc série 0i
  • Fanuc série 30i
  • Fanuc com placa Data Server

Impacto

Quanto vale a Qualidade 4.0

Os números abaixo são referências publicadas para o setor, apresentadas como tal. O retorno na sua linha depende da sua taxa de refugo, do seu tempo de ciclo e de quanto da inspeção ainda é feita à mão.

30–50%

Redução do tempo de paragem das máquinas

atribuída à manutenção preditiva em projetos de fábrica inteligente

McKinsey

10–20%

Redução do custo da qualidade

em programas de tecnologia para a cadeia de abastecimento

Gartner

Na máquina

Não no fim da linha

a passagem de inspecionar peças acabadas para corrigir o processo que as faz

IBM

Os números são referências do setor publicadas pelas fontes indicadas, não resultados medidos em instalações da Undrd.

À medida

Desenvolvimento à medida do que a sua fábrica faz de facto

Não há dois chãos de fábrica iguais, e boa parte do trabalho interessante está na distância entre uma plataforma e uma fábrica concreta. O sistema foi feito para crescer à medida da sua linha.

Novos adaptadores de máquina

Comandos e máquinas de medição para lá dos que já suportamos, integrados através da mesma interface que todos os outros.

Modelos treinados com as suas peças

Modelos de inspeção construídos a partir dos seus defeitos — incluindo abordagens de classe única, para linhas onde só existem imagens de peças boas.

Lógica específica da linha

Rotinas de medição, separação automática de peças, rastreabilidade e integração com o MES ou o ERP que já utiliza.

Engenharia de retrofit

Cablagem, entradas e saídas, hardware local e o comissionamento necessário para funcionar de forma fiável no chão de fábrica.

O Undrd Control é entregue como serviço gerido, por isso a infraestrutura fica connosco. O que é recolhido, onde fica guardado e quem lhe pode aceder são decisões tomadas consigo antes de o sistema entrar em funcionamento — a privacidade dos dados da sua produção faz parte do projeto desde o primeiro dia.

Perguntas

O que costumam perguntar primeiro

Como sei que uma máquina deixou de comunicar?

O cartão passa a âmbar assim que falha um sinal de vida e a vermelho quando ultrapassa o limite de offline, com a hora do último contacto. Se continuar offline, dispara um alerta de frota — por omissão, ao fim de 10 minutos — no painel e por e-mail.

Tenho de substituir as minhas máquinas?

Não. Tudo é feito por retrofit: uma unidade local junto à máquina e uma ligação ao comando que já tem. A máquina continua a correr o seu próprio programa.

Alguma coisa se liga à nossa rede a partir do exterior?

Não. O agente local comunica sempre de dentro para fora, por HTTPS, com o painel. A sua rede mantém-se fechada: não é preciso abrir portas nem alterar a firewall.

O que acontece quando a internet falha?

O agente continua a medir e a corrigir, porque tudo isso acontece na própria máquina. Os dados aguardam numa fila persistente no equipamento e seguem assim que a ligação regressa.

E se o nosso comando não estiver na lista?

Diga-nos qual é. Vemos o que ele consegue disponibilizar e escrevemos um adaptador com a mesma interface dos outros — um trabalho bem delimitado.

Quem pode ver os dados da nossa produção?

O acesso é definido por perfil, da organização à fábrica e ao equipamento, e todas as alterações ficam num registo de auditoria. O que sai da fábrica é combinado consigo antes de o sistema entrar em funcionamento.

Contacto

Fale-nos da sua linha

A primeira conversa útil é curta: o que produz, o que vai para refugo e que comandos tem no chão de fábrica. Normalmente, é quanto basta para percebermos como o podemos ajudar.