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Fluxo de trabalho

De um ficheiro na sua secretária a um ciclo que se corrige sozinho

É assim que um programa de peça chega a uma máquina com o Undrd Control, e quanto do trabalho seguinte passa a ser automático. Tudo se faz à distância, exceto o último toque no botão, no comando.

Todos os ecrãs desta página são ilustrações construídas a partir das vistas do próprio painel. Os nomes e os valores são inventados.

01Por si

Adicione o programa à biblioteca da máquina

Carregar nova referênciaExemplo ilustrativo

Ficheiro NC

obrigatório

✓veio_A_rev2.nc

Ficheiro STEP

opcional, para a vista 3D

✓veio_A.step

Carregar

Biblioteca

O1003

veio_A_rev2.nc

versão 2 de 2
01Por si

Adicione o programa à biblioteca da máquina

Carregue o ficheiro NC do seu sistema CAM e, se o tiver, o modelo STEP da peça. O painel lê o número O na primeira linha do ficheiro, para que o programa tenha no painel o mesmo número que tem no comando.

  • Vários ficheiros com o mesmo número O ficam guardados como versões numeradas, da mais antiga para a mais recente.
  • O ficheiro STEP é opcional. Acrescenta uma vista 3D da peça com o percurso da ferramenta desenhado por cima.
  • Cada máquina tem a sua própria biblioteca, com os programas de cada torno bem separados.
Carregar nova referênciaExemplo ilustrativo

Ficheiro NC

obrigatório

✓veio_A_rev2.nc

Ficheiro STEP

opcional, para a vista 3D

✓veio_A.step

Carregar

Biblioteca

O1003

veio_A_rev2.nc

versão 2 de 2
02Automático

Veja o que a máquina já tem

O agente local comunica a lista de programas do próprio comando. O painel compara-a com a sua biblioteca pelo número O, e percebe-se logo o que está carregado, o que falta e o que existe apenas na máquina.

  • Três contagens servem também de filtro: na máquina, na biblioteca, correspondentes.
  • Os programas que só existem na máquina aparecem à parte, e um administrador pode ler o respetivo código quando precisar.
  • As contagens refletem sempre o que a máquina comunicou; até lá, aparecem como desconhecidas.
Estado da máquinaExemplo ilustrativo

14

Na máquina

9

Na biblioteca

8

Correspondentes

  • O1003veio_A_rev2.ncNa máquina
  • O1004flange_B.ncFora da máquina

Só na máquina

  • O0042
  • O0107
  • O0230
03Por si, uma vez

Descreva as operações

Abra o programa em 3D e diga o que é cada operação. É isto que transforma um simples ficheiro NC num programa sobre o qual a malha fechada pode atuar.

  • Defina a tolerância de cada operação de acabamento.
  • Marque a operação de apalpação e ligue-a à operação que ela mede, para que o resultado vá para a ferramenta certa.
  • Duplique uma ferramenta como gémea, para que a troca no limite de desgaste esteja pronta antes de ser precisa.
  • Defina um limite de desgaste por ferramenta. O agente local cumpre-o antes de escrever qualquer correção.
OperaçõesExemplo ilustrativo
Op.Ferramenta 
  • OP10T01Desbaste
  • OP20T02Acabamento Ø40
    ±0,030Gémea T05
  • OP30T08Apalpação
    Mede a OP20
Limite de desgaste · T02
0,100 mm
04Por si, uma vez

Escolha com que frequência apalpar

Apalpar todas as peças custa tempo de ciclo. Defina «apalpar de N em N peças» e o painel controla o ciclo de apalpação dentro do programa por si, de modo que só uma peça em cada N é medida.

  • 1 significa todas as peças, e o programa segue tal como está.
  • A cadência fica guardada com o programa, por isso todos os envios seguintes a usam.
  • O ficheiro NC é ajustado automaticamente.
Apalpar deExemplo ilustrativo
5em N peças
  1. Peça 1
  2. Peça 2
  3. Peça 3
  4. Peça 4
  5. Peça 5
  6. Peça 6
  7. Peça 7
  8. Peça 8
  9. Peça 9
  10. Peça 10
  • Apalpada
  • Só maquinada
05Um clique

Envie-o para o CNC

Prima Enviar para o CNC. O painel aplica a cadência de apalpação, acrescenta as linhas que publicam os resultados do apalpador e coloca o programa em fila para o agente local. O agente recolhe-o pela sua própria ligação de saída, normalmente em cerca de um segundo, carrega-o no comando e dá retorno.

  • Acompanha a entrega em direto: em fila, recolhido, carregado.
  • Se o agente estiver offline, o programa espera na fila, e uma entrega fora de prazo é assinalada de imediato.
  • Cada comando é aplicado exatamente uma vez, mesmo que seja enviado duas.
  • Num comando que não aceite ficheiros, o agente deixa o programa preparado e o painel indica que o carregue no próprio comando.
  • O envio fica reservado às contas de administrador.
Enviar para o CNCExemplo ilustrativo
O1003 · veio_A_rev2.ncEnviar para o CNC

Cadência de apalpação aplicada · publicação de resultados acrescentada

  1. Em fila

    À espera de que o agente o recolha

  2. Recolhido

    O agente já o tem e está a carregá-lo

  3. Carregado no CNC

    Selecione-o no comando para executar

06Automático

Executar, medir, corrigir

Selecione o programa no comando e execute-o. A partir daqui, a malha funciona sozinha: o apalpador mede, o agente calcula uma correção de desgaste e escreve-a, e o painel mostra tudo a acontecer.

  • O painel reconhece o programa em execução pelo seu conteúdo, não pelo nome do ficheiro.
  • Num GSK 988TA com o apalpador na máquina, o agente só corrige quando o programa no comando é, byte a byte, o que entregou.
  • No limite de desgaste, a ferramenta gémea assume e a contagem de desgaste recomeça.
  • Há alertas se uma máquina ficar offline, se uma entrega encravar ou se os dados se acumularem por enviar.
Registo do cicloExemplo ilustrativo
  1. Resultado do apalpador

    Ø40,026 · nominal Ø40,000 · ±0,030

  2. Correção escrita

    −0,013 mm na ferramenta 2

  3. Desgaste verificado

    T02 0,078 de 0,100 mm

  4. No limite

    A gémea T05 assume

Automatização

O que ainda fica por sua conta

O objetivo é que decida as coisas uma só vez, por programa, e o sistema as cumpra sempre daí em diante. O único passo que deixamos de propósito a uma pessoa é arrancar um programa na máquina.

Automático

  • Entregar o programa e acompanhá-lo até ao fim
  • Aplicar a cadência de apalpação e publicar os resultados
  • Comparar a sua biblioteca com o que a máquina tem
  • Calcular e escrever correções de desgaste dentro dos seus limites
  • Passar para a ferramenta gémea no limite de desgaste
  • Repetir em segurança e alertar quando algo encrava

Decide uma vez

  • Tolerâncias das operações de acabamento
  • Qual é a operação de apalpação e o que mede
  • Com que frequência apalpar
  • Limites de desgaste e ferramentas gémeas

Continua a fazer-se na máquina

  • Selecionar e arrancar o programa no comando
  • Tudo o que diz respeito à segurança, que fica com o hardware certificado

Quer vê-lo nas suas máquinas?

Diga-nos que comandos utiliza e mostramos-lhe o mesmo fluxo na sua instalação.